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Minhocário
SISTEMA MINHOCASA DE MINHOCULTURA ( www.minhocasa.com )
O sistema Minhocasa de minhocultura é um sistema vivo balanceado, auto-regulável e sem mau cheiro projetado para ajudar as pessoas a reduzirem, reutilizarem e reciclarem o seu lixo orgânico como restos de comida, podas de jardim e papéis, preservando o meio ambiente.
Consiste em três caixas, uma tampa, um garfo de jardim, uma torneira, cama de composto e/ou húmus, matrizes de minhocas e um manual de instruções.
Colocando as minhocas para trabalhar neste sistema inovador você estará convertendo suas sobras de alimentos e resíduos orgânicos em um rico nutriente, fertilizante natural que suas plantas de vaso, jardim ou horta vão adorar.
Aquecedor Solar
Aquecedor Solar de Baico Custo - ASBC ( www.sociedadedosol.org.br )
O princípio de funcionamento
O sistema ASBC tem o mesmo princípio de funcionamento do sistema tradicional de aquecimento solar de água, diferenciando-se do mesmo pelo tipo de material utilizado e da possibilidade de autoconstrução.
O funcionamento do ASBC se inicia quando a energia solar irradiante, luz e infravermelho, incide sobre a superfície preta dos coletores. A energia absorvida transforma-se em calor e aquece a água que está no interior dos coletores. A água aquecida diminui a sua densidade e começa a se movimentar em direção à caixa, dando início a um processo natural de circulação da água, chamado de termo-sifão. Para tanto o reservatório deve estar mais alto que os coletores. Esse processo é contínuo, enquanto houver uma boa irradiação solar ou até quando toda água do circuito atingir a mesma temperatura.
A água aquecida fica armazenada num reservatório termicamente isolado que evita perda de calor para o ambiente. No ASBC o sistema de apoio térmico é formado por um chuveiro elétrico ligado em série com um dimmer (controlador eletrônico de potência de um chuveiro elétrico), que permite um ajuste fino na elevação da temperatura da água do banho. A tubulação que interliga os coletores, o reservatório e o chuveiro elétrico pode ser montada com os tubos tradicionais de PVC utilizados normalmente em instalações hidráulicas residenciais.
Reuso de Água Pluvial
Captando e Armazenando a Água da Chuva ( www.sociedadedosol.org.br )
Para fazer a captação da água de chuva, podemos usar qualquer superfície que tenha como condensar o escoamento da água para uma vertente, como por exemplo os telhados das casas, lajes ou pátios construídos especialmente para esse fim, onde não terá tráfego de pessoas, animais ou automóveis.
Após escolher a área de captação, você terá que usar o seu olhar clínico e observar muito bem, tudo o que está acima e ao redor desta área. Alguns fatores sempre deverão ser bem observados, como por exemplo:
- se tem árvores com seus galhos acima dessa área, e se soltam muitas folhas, flores, frutos, etc.;
- qual a incidência de aves que pousam, rodeiam, constroem ninhos, etc. e se tem bichos (ratos, gatos, etc.) que circulam sobre essa área;
- análise da quantidade de poluição atmosférica; se fica próximo a fábricas, rodovias, etc. Isso será fácil de observar analisando a quantidade de fuligem (poeira preta) que escorre junto com a água, principalmente logo no começo da chuva;
- o tipo e a inclinação da cobertura da área de captação, das calhas e tubos de drenagens, também pode influenciar muito. Quanto mais lisos e inclinados melhor.
Partindo dessas análises, você terá que observar em uma chuva forte (chuva fraca, garoa e chuvisco não servem porque não lavam a cobertura) quanto tempo ou qual a quantidade de água que precisará escorrer pelas calhas para LAVAR o telhado, removendo toda a sujeira (poluição, fezes dos pássaros, folhas das árvores, etc.). Como base, na literatura da academia, a sugestão é de 2L/m2 (dois litros por metro quadrado), mas esse valor pode variar muito, conforme a análise local. Um outro fator que também pode influenciar, é a limpeza e conservação da cobertura, calhas e condutores; quanto mais limpos e desobstruídos melhor será a qualidade da água.
Com essas informações você terá uma idéia de como montar o primeiro item do sistema de captação de água de chuva; o filtro e separador das primeiras águas de uma chuva forte. Lembre-se: chuva fraca, garoa e chuvisco não servem porque não lavam a cobertura. Usando o exemplo do telhado de 25m2, e o descarte de 2L/m2, podemos calcular que será necessário descartar os primeiros 50 litros de chuva antes de começar a enviar a água para a cisterna.
Veja no desenho a seguir o esquema conceitual do Aproveitamento da Água de Chuva, onde é mostrado um modelo bem simples de filtro e separador da primeira água da chuva. Nesse modelo é usado uma peneira com malha fina, tipo tela mosquiteiro ou peneira grande de cozinha, e um recipiente que pode ser um vaso ou um balde com um registro instalado no fundo e um tubo na lateral conectando com a cisterna. O registro deverá ficar um pouquinho aberto para descartar a primeira água da chuva ou água de chuva fraca. Após alguns minutos de chuva (forte), esse balde estará cheio e vai começar a transbordar a água da chuva para dentro da cisterna através do tubo lateral. A água reservada na cisterna deve receber o tratamento com cloro de origem orgânica (cloro usado em piscinas). Lembre-se, solicite ao fabricante ou revendedor, mais informações sobre os cuidados e manuseios com esse cloro
Cultivo de Brotos
Globo Rural - Que Broto Legal ! ( https://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC790660-1641,00.html )
A produção de brotos no Brasil é recente, cerca de dez anos, mas já tem freguesia certa. No início restritos às lojas de produtos naturais, hoje os brotos de alfafa, brócolis, rabanete ou trevo são facilmente encontrados em redes de supermercados e quitandas, além de fazer parte do cardápio de diversos restaurantes.
Os brotos têm sabor delicado e são muito saudáveis: possuem duas vezes mais nutrientes que o espinafre e quatro vezes mais que a alface, e são consumidos crus, em saladas, ou cozidos e refogados, como acompanhamento. Cultivados na água, são totalmente higiênicos, produzidos em ambiente limpo, protegido, sem nenhum contato com o solo ou com insetos.
Os brotos têm sabor delicado e são muito saudáveis: possuem duas vezes mais nutrientes que o espinafre e quatro vezes mais que a alface, e são consumidos crus, em saladas, ou cozidos e refogados, como acompanhamento. Cultivados na água, são totalmente higiênicos, produzidos em ambiente limpo, protegido, sem nenhum contato com o solo ou com insetos.
Para cultivar brotos não é preciso ter sítio ou chácara. Um salão de 20 metros quadrados é suficiente para começar a produzir em escala comercial. O investimento total fica em torno de dois mil reais. É preciso montar as prateleiras, instalar as telas e um aparelho de ar condicionado, pois temperaturas acima de 26 graus prejudicam o desenvolvimento dos brotos.
As sementes são importadas e vendidas a 20 reais o quilo. Pode parecer caro, mas é interessante lembrar que um quilo de sementes de alfafa produz de oito a dez quilos de brotos. O preço final da embalagem de 150 gramas pode chegar a quatro reais nos supermercados.
As sementes devem ficar de molho na água por quatro ou cinco horas. Depois disso, são colocadas sobre tabuleiros, forrados com um pano de algodão não muito fino para que as raízes não penetrem no tecido. Os tabuleiros são colocados nas prateleiras e devem permanecer ali por dois ou três dias. Nesse período o ambiente precisa estar escuro, para evitar que os brotos fiquem verdes antes da hora. A irrigação deve ser feita quatro vezes por dia, utilizando água comum, evitando-se porém água de lagoas, riachos ou açudes, que pode estar contaminada com resíduos tóxicos ou microorganismos. O ideal é que as prateleiras sejam inclinadas para que a água possa escoar.
Na segunda fase, por volta do terceiro dia, as sementes já começam a brotar e é hora de serem transferidas para bandejas de isopor, de 12 por 12 centímetros. O ambiente, então, deve ser iluminado, com luz natural ou fluorescente, e as regas são reduzidas à medida que os brotos forem crescendo. Cinco dias depois, quando os brotos estiverem com sete ou oito centímetros, já podem ser colhidos. As raízes devem estar brancas e saudáveis.
Se o objetivo for plantar as hortaliças apenas para consumo familiar, o cultivo pode ser feito dentro de casa, na cozinha. Para isso, é só colocar uma colher de sopa de sementes numa peneira pequena, tendo um copo como suporte. A irrigação também deve ser feita quatro vezes ao dia. Em três dias, aparecem os primeiros brotos, que são transferidos para um copo plástico com furinhos no fundo. A irrigação continua por mais três dias, quando os brotos já estão prontos para consumo.
É importante lembrar que o plantio de brotos deve ser feito apenas com sementes específicas para esse fim. Não é possível obtê-los com sementes de alfafa destinadas ao plantio no campo, pois estas são tratadas com produtos químicos.
O sistema de produção de brotos de alfafa é igual para os demais brotos, com exceção do broto de feijão, ou moyashi.
Maiores informações sobre o plantio e compra de sementes, bandejas e embalagens podem ser obtidas nos endereços abaixo.
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CONSULTORES: ADEMIR HONDA, agrônomo da empresa Itapuã, importadora de sementes para brotos, Rodovia BR 369, Km 20, 1071, CEP 86390-000, Cambará, PR, tel. (43) 532-441 e PAULO TAKECHI MITSUMUNE, produtor de brotos, avenida Antonio Barbosa da Silva Sandoval, 549, Interlagos, CEP 04783-000, São Paulo, tel. (11) 5667-6469, paulo.takechi@terra.com.br |
Hidroponia
Labhidro - Univerdisdade Fedral de Santa Catarina - ( https://www.labhidro.cca.ufsc.br/ )
A hidroponia é a ciência de cultivar plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta.
Na hidroponia as raízes podem estar suspensas em meio liquido (NFT) ou apoiadas em substrato inerte (areia lavada por exemplo).
Ao cultivar com solução nutritiva utilizando um substrato não inerte (húmus por exemplo), admite-se dizer que é um cultivo sem solo, mas não é adequado referir-se como sendo hidroponia.
Quando a solução é aplicada ao solo, tem-se a ferti-irrigação. Não é cultivo sem solo, nem hidroponia. Em geral esta solução não é completa, pois tem caráter complementar.
Portanto, na hidroponia a única fonte de nutrientes para as plantas é a solução nutritiva, pois, se houver substrato, este é inerte.
No caso de cultivo sem solo, basta que o solo não seja utilizado. Um exemplo, é o cultivo apenas em húmus de minhoca.
A palavra hidroponia vem do grego, dos radicais hydro = água e ponos = trabalho. Apesar de ser uma técnica relativamente antiga, o termo hidroponia só foi utilizado pela primeira vez em 1935 pelo Dr. W. F. Gericke da Universidade da Califórnia.
O Dr. Gericke adotou o sistema de cultivo sem solo para as condições de campo, de tal forma que se tornou o primeiro passo para viabilizar o cultivo em escala comercial..
Quando se diz que "Gericke é o pai da hidroponia" não significa que ele inventou o cultivo sem solo, mas trata-se de uma homenagem aos avanços científicos conquistados por ele e por ter pela primeira vez usado o termo hidroponia
VANTAGENS DA HIDROPONIA
É possível afirmar que a agricultura tradicional, atualmente, está num impasse. Ao mesmo tempo que exige muita mão-de-obra, as péssimas condições de trabalho desestimulam os filhos dos produtores e, as incertezas da colheita e a queda dos preços no período de safra, inviabilizam a contratação de mão-de-obra. Outra alternativa seria a mecanização, mas neste sentido, tem sido comum o agricultor passar anos trabalhando, apenas para manter o parque de máquinas e implementos.
Forno Solar
( https://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/conteudo_269572.shtml )
Ele não usa gás, nem lenha, nem energia elétrica: o calor que cozinha o alimento vem diretamente do sol, cujos raios multiplicam-se ao encontrar as superfícies espelhadas do forno
Por Artur Louback
Revista Mundo Estranho - 02/2008
Claro que, apesar de atingir temperaturas surpreendentes, possibilitando assar um bolo em uma hora e meia, o forno solar é totalmente dependente da condição climática e, portanto, não dá para achar que um dia todas as pessoas terão um casa. Mas, em regiões pobres, principalmente na África, onde o sol é constante e a lenha responde por quase 100% da energia consumida, os fornos solares podem provocar uma verdadeira revolução.
A lenha tem pelo menos dois grandes problemas associados ao seu uso como fonte de energia: sua "colheita" destrói ecossistemas e sua queima libera gases de carbono, que poluem o ar e intensificam o efeito estufa. O forno solar não só é capaz de cozinhar sem poluir como também esteriliza a água em meros 20 minutos, quando atinge 65 ºC, a temperatura necessária para matar todos os microorganismos capazes de causar alguma doença. E o melhor é que cada pessoa pode construir o próprio forno solar, gastando quase nada. O modelo mais simples, tipo painel, é feito com um pedaço de papelão, revestido com algum papel laminado.
Em 1990, a associação internacional Solar Cookers distribuiu fornos desse tipo a 28 mil famílias no Quênia e, oito anos depois, constatou que cerca de 20% delas ainda usavam os painéis como equipamento principal da "cozinha". Quase 6 mil famílias, que estariam queimando lenha, adotaram a cozinha sustentável.
Cultivo Orgânico - Sistema de Evapotranspiração
( https://www.globalbuckets.org/ )